quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Opiniões rápidas

Religião na política
Estava hoje assistindo à TV Câmara e, de repente, me deparei com um certo deputado fazendo o seu pronunciamento na condição de "líder da bancada evangélica". Eu acho isso um absurdo e explico: não é que os agrupamentos humanos, sejam quais forem, não possam ser representados para terem os seus interesses defendidos. É que eu acho que os movimentos religiosos só têm mesmo o interesse de agir em uma temática: a questão da liberdade religiosa.
Fora disso, nenhum outro tema nacional deve ter, no debate, o uso de preceitos religiosos para se chegar a alguma conclusão. Na última vez em que isso aconteceu na humanidade, passamos dois mil anos mergulhados numa tal "era das trevas", hoje também conhecida como idade média.


A criação do PSD
Um absurdo completo, bem com a cara do Brasil. Para quem eventualmente ainda não sabe, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, se organizou com outros políticos insatisfeitos em seus partidos e resolveu fundar um novo, chamado de "Partido da Social Democracia", o PSD.
Kassab tem dito que o partido é de centro e que não será nem contra, nem a favor do governo Dilma, muito pelo contrário.
Entendeu?
Claro que não. Ninguém entende que tipo de idealismo está embutido nisso. Na "real politik", de fato, o que querem é ter acesso aos bilhões e trilhões que pagamos de impostos todos os dias nesse rico e roubado país.
Culpa nossa.

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