segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Líbia

Omar Kadhaffi, ou seja lá como se escreve, é o mais belo exemplo do quê, pra mim, significa o apego ao poder. Ali merece uma análise do caso.
No estudo das relações internacionais, há, nos EUA, uma teoria que os americanos chamam de "realismo". Segundo esta corrente de pensamento, os líderes mundiais não agem no intuito de representar o seu povo, mas aos seus próprios interesses pessoais.
Para Maquiavel, o exercício do poder é "prazeroso".
Khadaffi prova que ambas as teorias estão corretas. Ele não tá nem aí pro povo líbio e sente prazer em ser, segundo ele, o "chefe da nação", pois o seu povo o ama.
Tomara que caia ele e as demais ditaduras do mundo árabe.
Como se diz, o Egito ditou moda.

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