segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Um pouco mais do péssimo e velho populismo venezuelano

Hoje li que o Presidente Chávez, em virtude de chuvas torrenciais que geraram centenas de desabrigados na Venezuela, ofereceu as dependências do palácio presidencial para que estas pessoas se alojem por lá temporariamente. Isso é, simplesmente, ridículo, por vários motivos.
Primeiro, ele, e qualquer outra autoridade com competência, tanto lá, quanto cá no Brasil, deveriam ter uma política permanente de habitação que evitasse a ocupação de áreas de risco. Segundo, essa sua atitude, além de não resolver a questão, atende a um só fim: Aparecer. Aliás, carência de atenção é muito comum nesses governos.
Populistas baratos dizem o que o povo quer ouvir, mas não fazem o que é realmente preciso para se combater os piores problemas do país. Um povo consciente e educado não os põe no poder.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

No Brasil, parece uma guerra

O tema "segurança pública" não é dos que mais me atrai, confesso. Eu sou muito mais afeto a temas relacionados à política e economia. No entanto, a grandiloquência dos fatos que estão ocorrendo no Rio de Janeiro me força a acompanhar o caso com mais atenção. É impressionante a situação a qual chegou o Rio. Os níveis de favelização e de criminalidade assustam e é vergonhoso que a situação tenha chegado a tal ponto.
Por outro lado, a ação conjunta e eficaz de diversas forças de segurança merecem o nosso aplauso, posto ser preciso uma forte repressão para combater a evidente transformação das ruas do Rio em uma nova Faixa de Gaza e em um novo Iraque. Isto é muito claro e indiscutível, mas não é o único lado da moeda.
Os países com melhores níveis de IDH, onde há oferta de bons serviços públicos têm índices de criminalidade menor, por que não geram imensas parcelas excluídas de suas sociedades, como nós infelizmente fazemos. No curto prazo imediato, é preciso o uso força, mas no médio e longo temos de aprender a sermos mais equitativos. Gerar emprego, distribuir renda e fazer o Estado presente nesses que hoje são territórios da marginalidade.
Políticas de repressão à violência, não excluem outras de natureza mais social.
É o caminho que temos de perseguir.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Calma, ainda não é a Terceira Guerra!

Muito tenho ouvido falar em Terceira Guerra Mundial por causa dos ocorridos na fronteira entre as duas Coréias. Nenhum jornal de respeito que trate do tema ousará levantar tal hipótese. Uma guerra de alcance global, nos dias atuais, só ocorreria em situações muito extremadas. Talvez daqui há uns 10 ou 20 anos quando a China for a super potência, mas não agora. Os países centrais e emergentes são por demais interdependentes para arriscarem uma aventura perigosa e infrutífera como essa, agora. Esse é um dos poucos lados positivos da globalização.
Se ocorrer um conflito, será localizado. Pode até haver um acirramento das relações diplomáticas entre a dupla Rússia/China e o trio EUA/Japão/Coréia do Sul, mas nada que gere um conflito de proporções mais graves.
Ademais, os EUA não estão nem em condições de mais uma guerra. Seria um suicídio.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

As vantagens de sermos todos brasileiros

Uma pessoa que não tem vergonha de dizer que ama o Brasil e que se identifica como um nacionalista convicto, como eu, só pode mesmo acompanhar com muito desgosto as últimas demonstrações de burrice preconceituosa crônica a respeito do Nordeste, recentemente veiculadas. Essas idéias idiotas se apóiam numa forte xenofobia neonazista e para daí começar a se discutir a separação do país é um passo. Lamentável.
Como já disse em outros posts neste blog, a premissa de que São Paulo carrega o Brasil nas costas não encontra nenhum amparo na nossa realidade histórico-geográfica. Aliás, como já mil vezes disse, nenhum estado brasileiro, sozinho, seria capaz de lidar de forma altiva com os problemas que o atual contexto geopolítico mundial nos impõe. Que peso teríamos, se fóssemos 27 pobres repúblicas isoladas, para chegarmos lá na reunião do G-20 de 15 dias atrás, olharmos para os poderosos China/EUA e dizermos em bom tom que não concordamos com a sua política cambial? A resposta está em olhar para o Equador, para os países da América Central ou, mesmo, para o organizado e bem sucedido Chile, por exemplo. Nenhum desses nem sequer integra o G-20. Se nosso país é hoje a sétima ou sexta economia mundial e caminha, a passos largos, para ser a quinta ou quarta, é por causa do seu conjunto e não do Rio Grande do Sul ou São Paulo, isolados.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Calem a boca, nordestinos!!!!!

Por José Barbosa Junior

A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos. Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de maneira violenta, sádica e contraditória.
Já escrevi sobre os preconceitos religiosos em outros textos e a cada dia me envergonho mais do povo que se diz evangélico (do qual faço parte) e dos pilantras profissionais de púlpito, como Silas Malafaia, Renê Terra Nova e outros, que se venderam de forma absurda aos seus candidatos. E que fique bem claro: não os cito por terem apoiado o Serra… outros pastores se venderam vergonhosamente para apoiarem a candidata petista. A luta pelo poder ainda é a maior no meio do baixo-evangelicismo brasileiro.
Mas o que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”.
Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos “amigos” Houaiss e Aurélio) do nosso país. E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!
Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!
Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?
Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?
Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?
Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!
E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.
Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.
Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…
Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…
E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…
Ah! Nordestinos…
Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?
Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.
Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!
Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!
Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!
Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!
Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!
Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.
Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.
Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”
Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Petrobras está 'destinada a dominar' setor, afirma 'The Guardian'

Para jornal, reservas do pré-sal levaram a 'ascensão meteórica''

A Petrobras quer se tornar a maior produtora mundial de petróleo de capital aberto até 2015, segundo afirma o diretor financeiro da companhia em uma entrevista publicada pelo diário britânico The Guardian nesta terça-feira.

Segundo Almir Guilherme Barbassa, a companhia pretende mais do que dobrar sua produção na próxima década, para 5,4 milhões de barris de petróleo e gás por dia.

Na reportagem de página inteira, intitulada "Petroleiros do Brasil destinados a dominar", o jornal observa que a série de descobertas de reservas de petróleo na camada pré-sal "transformaram a sorte da companhia e catapultaram o Brasil em um dos líderes em energia e um dos motores econômicos mundiais".

Segundo afirma Barbassa ao jornal, a Petrobras será uma das maiores beneficiárias da legislação brasileira que dá à empresa uma parcela mínima de 30% sobre cada nova reserva descoberta, além do controle sobre os novos projetos.

O Guardian observa que isso significa que as grandes petroleiras privadas mundiais, como BP, Shell e ExxonMobil, "terão que ficar em segundo plano atrás da Petrobras pelo acesso às vastas reservas brasileiras".

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O ENEM ridicularizado

Rapidamente, não podia deixar de expressar aqui o quão ridículo é o esforço que o MEC parece fazer para desmoralizar o ENEM. Isso é incompetência pura, para além de ser um descaso com as pretensões das pessoas, com o tempo de estudo dos candidatos e com toda a questão psicológica que envolve uma prova dessas.

Reprovável.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Síntese da repercussão da vitória de Dilma nos jornais alemães

O jornal "Süddeutsche Zeitung", de centro-esquerda, escreveu:
"Agora o futuro do Brasil se chama Dilma Rousseff. Ela deverá continuar o que [Lula] realizou. Lula é provavelmente um dos chefes de Estado mais populares do planeta, mas um terceiro mandato é proibido pela Constituição... Lula está deixando um legado incrível: a outrora indolente nação gigante se transformou em uma democracia estável e em um membro dos chamados países Bric: Brasil, Rússia, Índia e China."
"Rousseff não deveria apenas copiar Lula. A filha de imigrantes búlgaros age com timidez, mas personifica muito do que constitui a nova política na região. É mais uma ex-adversária de uma ditadura que chegou ao palácio presidencial através da esquerda moderada. O Brasil vai sentir falta do carisma de Lula, mas talvez possa usar alguma circunspecção feminina."
O conservador "Frankfurter Allgemeine Zeitung" escreveu:
"Uma das perguntas mais fascinantes na política brasileira será se e quando Rousseff vai sair das sombras de seu antecessor. Ela deveria manter os princípios básicos das políticas de Lula de uma economia de livre mercado, assim como Lula manteve as políticas bem-sucedidas de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, em 2002. Deve-se reconhecer que a enorme receita gerada pela grande demanda da Ásia por matérias-primas, e o resultante crescimento econômico, foi dirigida para os canais certos."
"Uma página ainda não escrita é o papel de Rousseff como estadista. Nessa área, o Brasil também foi catapultado quase da noite para o dia ao século 21. Tornou-se uma potência regional com ambições políticas globais."
"Desde o primeiro dia, a mulher no comando do Brasil será observada pelo público mundial, e seu mentor Lula já assinalou que não a perderá de vista. É muito possível que em 2014 ele mesmo concorra novamente à presidência."
O diário econômico "Financial Times Deutschland" escreveu:
"Não há dúvida: o Brasil teve um desenvolvimento impressionante durante o governo Lula. A economia crescerá 7% este ano, a pobreza diminuiu e a inflação e a dívida nacional estão sob controle. O Brasil quer ser uma das cinco maiores economias globais até 2020. No caminho, porém, há desafios tão enormes que não podem ser enfrentados simplesmente mantendo-se as políticas estabelecidas. Mesmo que não tenha sido eleita para implementar reformas inovadoras, Rousseff não tem opção senão introduzir essas mudanças."
"Rousseff indicou que vai abordar as muito adiadas reformas do sistema fiscal ineficiente e praticar a disciplina orçamentária. Ela precisa aplicar os freios aos gastos públicos, sem sufocar o crescimento. Mas isso não bastará para manter a economia brasileira vigorosa em longo prazo. Rousseff precisa tornar o Brasil independente de suas matérias-primas e reforçar a exportação de produtos industrializados."
O "Die Tageszeitung", de esquerda, escreveu:
"Sob a liderança do Brasil, a América do Sul começa a se libertar de sua dependência neocolonial dos EUA e da Europa. A eleição de José Serra (o adversário centrista de Rousseff) teria sido um grande revés nesse caminho. Portanto, o sucesso de Rousseff também é uma vitória para os esquerdistas de mentalidade internacional em todo o mundo."
"Muitos na mídia ocidental estão céticos. O semanário 'The Economist', de Londres, que elogiou e idolatrou Lula durante anos, se manifestou antes das eleições explicitamente a favor de Serra. E 'Spiegel Online' espera sob Rousseff 'um país sem esplendor', e escreveu: 'A nova potência mundial vacila'."
"Rousseff faria bem em seguir o rumo independente e confiante de Lula, já que o atual presidente deixa o cargo com índices de aprovação recordes como o chefe de Estado mais popular em décadas."

Minha análise
Desde domingo não tenho feito outra coisa senão acompanhar tudo sobre a vitória de Dilma, sua repercussão e os desafios que ela terá pela frente para manter o nosso país no rumo do crescimento. Como sempre digo, o Brasil é um tema fascinante.
Nesta postagem, o principal objetivo não é analisar o conteúdo das manchetes acima coletadas, mas evidenciar o quão repercurtidas foram as nossas eleição. No passado as eleições presidenciais no Brasil eram dignas de notinhas no canto da página, agora são temas de editoriais nos maiores jornais do mundo, sobretudo no Ocidente. Isso é sinal de que somos cada vez mais relevantes.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Breve análise do primeiro discurso de Dilma como nossa Presidente Eleita

Primeiramente, é com imensa satisfação que escrevo esse tópico, pois todos sabem, desde muito, venho afirmando meu voto em Dilma. Chamou-me a atenção o seu primeiro discurso na qualidade de Presidente Eleita. Não incitou o ódio, nem o revanchismo, mas, ao contrário, estendeu sua mão à oposição, numa atitude republicana. Confirmou os seus compromissos com a democracia, com a liberdade de imprensa e com a laicidade do Estado, confirmando que todos têm direito à liberdade de culto. Deixou claro que não haverá aventuras no campo da economia e que manterá as bases da estabilidade econômica tão duramente conquistada pelo Brasil.
Como sempre, a serenidade de Dilma e sua seriedade me comoveram. Ela não apelou pra emoção populista, levando todos a crerem na ilusão de um paraíso que não se cumprirá. O seu governo será o governo do possível, como todos são. E isso, desde já, é mais do quê claro. A eleição de Dilma é prova de nossa maturidade política.


Pra encerrar, essa imagem, pra mim, vale mais do que mil palavras e explica, facilmente, por que, ao falar de Lula, Dilma se emocionou.

Um viva à nossa Democracia!