quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Novamente, mas ao contrário, alguns dos que julgo ótimas opções

Ressinto-me de só poder votar uma vez para deputado estadual. Se pudesse, votava de uma só vez em Mineiro, Luiz Carlos e Genivan Vale. Como só pode haver uma opção, votarei em Mineiro, mas não sem antes elogiar muito os outros dois.
Luiz Carlos é um político que, embora exceção, deveria ser a regra. É um homem altamente preparado, posto ser professor da Universidade, mas não é esse o seu maior diferencial. Na minha opinião ele é alguém totalmente do povo e eu explico o que quero dizer com isso: é um normal da sociedade. Não tem apadrinhamento, tampouco um sobrenome que lhe garanta um curral. Não vê na política possibilidade de enriquecimento, é sério e bem articulado com suas idéias. Construiu a sua plataforma usando a estrutura do partido e não de uma família. Conquista os militantes com as suas palavras e não com promessas de empregos na administração pública. Infelizmente, no Brasil Luiz Carlos não é para as massas, embora já tenha sido vereador e atualmente seja um dos suplentes de sua coligação. Para concluir, desde o longíquo ano de 1996, quando eu fazia o primeiro ano do ensino médio no Aída Ramalho, uma escola pública estadual, o professor Luiz Carlos conquistou a minha simpatia. Esteve lá na escola, passou de sala em sala e pediu o apoio dos estudantes. De pronto, sensibilizei-me e, embora não ainda pudesse votar, tive a certeza de que aquele era um homem sério e de que tão logo me tornasse eleitor, votaria nele.
Já Genivan Vale, pra mim, é uma excelente revelação da política potiguar mossoroense. É vereador de oposição bastante atuante na Câmara e Mossoró, embora cega e burramente apaixonada por Rosalba e Fafá, deve muito a ele, sobretudo pela sua atuação crítica, séria e incisiva no parlamento municipal. Genivan, com quem já tive o prazer de pagar uma cadeira em comum na faculdade de direito da UERN, tem uma boa plataforma política e é, decididamente, uma boa opção para a Assembléia Estadual. Seria bom se nós oxigenássemos a política com novos e bons nomes como o de Genivan.

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